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Crédito Agrícola Vale do Dão e Alto Vouga apresentou as contas e atividades

 

Atividade da CCAM do Vale do Dão e Alto Vouga em 2016

O Crédito Agrícola Vale do Dão e Alto Vouga registou ao longo do ano uma evolução bastante positiva, considerando a envolvente macroeconómica que se traduziu numa situação financeira sólida, liquidez alargada, bons indicadores de risco e capacidade de gerar resultados, alicerçada na sua implementação de banco local consolidado.

O seu estatuto de banco cooperativo local, inserido num Grupo Nacional (Grupo Credito Agrícola), com uma composição de capital exclusivamente português, confere-lhe a autonomia suficiente e a particularidade para ser cada vez mais um banco de proximidade, vocacionado para o apoio e desenvolvimento da sua região e dos mercados locais.

Num contexto de quebra generalizada das margens na atividade do setor bancário em Portugal, que tem sido induzida pelo esmagamento substancial da margem financeira, foi e continuará a ser importante, termos um programa de ação assente na concentração de esforços de comercialização em segmentos promissores e em produtos e serviços geradores de margem complementar que contribuam para colmatar a fraca procura de crédito, (p. ex. seguros, fundos de investimento, fundos de pensões para empresas, meios eletrónicos de pagamento, serviços transaccionais de cobranças e transferências), algo em que assentou uma parte significativa da nossa margem no ano findo e que foi geradora de contrapartidas financeiras bastante interessantes.

Esta atividade de venda cruzada tem vindo a afirmar-se cada vez mais como crucial para a nossa instituição, tendo em vista a consolidação do negócio bancário e o incremento da quota de mercado.

(Kofi Annan ex- sec. geral da ONU, dizia em não se pede ás empresas para fazer algo diferente da sua atividade normal, mas para fazerem a sua atividade normal de forma diferente.)

Hoje, orgulhamo-nos de ser um dos motores de desenvolvimento da nossa região.

Os nossos rácios prudenciais são confortáveis, sólidos e muito acima dos mínimos exigidos pelas autoridades de supervisão.

Alguns dos principais indicadores da atividade em 2016:

Os Ativos totais sob gestão em 31 dezembro 2016 eram de 161,6 Milhões de euros representando o ativo líquido 156,8 M€ , aumentou 8 M€ (5,61%) em relação ao homólogo.

No universo do Grupo CA ocupamos o 34º lugar (universo de 82 CCAMs).

Os Capitais Próprios de 18,6 Milhões de euros tiveram um crescimento líquido de 1,0 M€ (1 milhão de euros) relativamente ao ano anterior.

Para este crescimento contribuiu a entrada de novos associados (197), a actualização de capital por parte de alguns sócios mais antigos, assim como parte dos resultados

do exercício.

O rácio de solvabilidade “Tier 1” situava-se no final do ano em 40,8% (37,6% em 2015) variação de 3,3 p.p.

A taxa média da Margem Financeira foi de 1,25%( a taxa média dos recursos de 0,16% e a dos ativos de 1,41%).

No que concerne à atividade comercial de captação total de recursos, no final do exercício económico de 2016 verificava-se um crescimento de 6,2 M€, o que também veio a ter reflexos na nossa rendibilidade, tendo como lado positivo o aumento da liquidez.

A carteira de crédito concedido em termos de saldo global teve um crescimento líquido de 1,5 M€ em relação ao homólogo, encerrando o ano com 54,2 M€. Este fraco crescimento espelha essencialmente a falta de procura de “bom crédito” por parte dos investidores na nossa região.

O Crédito vencido há mais de 90 dias e em contencioso que tem merecido a nossa particular atenção e preocupação na sua recuperação, felizmente não teve evolução significativa, representando 5,17% do crédito total (evolução liquida absoluta de 55 mil euros).

Este ligeiro acréscimo, normal neste período de conjuntura recessiva, continuou a revelar-se reduzido e apresenta-se inferior quer à média do SICAM (6,35%) quer do setor.

As aplicações de excedentes, representavam em 31 de dezembro 95,8 Milhões €, dos quais 4,8 M€ em divida pública (ativos disponíveis para venda).

A aplicação destes excedentes, tiveram taxas médias de rendibilidade de 0,76% (menos 0,52% do que em dezembro 2015), sendo que nesta data a variação está no intervalo de 0,30% - 0,50%.

À atividade de negócio atrás mencionada, temos a acrescentar ainda os recursos captados extra balanço.

Os Fundos de Investimento Mobiliário estiveram algo instáveis em termos de crescimento absoluto.

A instabilidade dos mercados veio a refletir-se na sua volatilidade (registando um elevado número de subscrições e de resgates).

Em 31 de dezembro registava-se um saldo de 4,3 M€ em U.P. De salientar que a nossa sociedade gestora, CA Gest viu premiados 3 dos seus fundos de investimento com o 1º lugar em rendibilidade, a saber:

CA Monetário; CA Rendimento e CA Alternativo.

Relativamente ao Fundo de Investimento Imobiliário, que apesar da conjuntura manteve uma rendibilidade bastante atrativa, pelo 6º ano consecutivo o melhor fundo imobiliário nacional em rendibilidade (acima de 3%).

A nossa Caixa em 31 de dezembro detinha um saldo de 7,8 M€ em U.P.

Na atividade seguradora, Seguros dos ramos Reais foram alcançados e superados os objetivos propostos, registando-se em 2016 um aumento de prémios comercias produção nova de 142,5 mil euros, encerrando-se o ano com um volume de prémios comerciais emitidos de 718,4 mil euros distribuído por 5.630 apólices.

Na comercialização de Seguros do ramo Vida também se ultrapassaram os objectivos propostos, apresentando a nossa carteira em 31 de dezembro um acumulado prémios cobrados de 1,8 Milhões euros.

De salientar os prémios obtidos mais uma vez pelas nossas seguradoras (ver no final).

OUTRAS ATIVIDADES da nossa CCAM

No âmbito da atividade da CCAM do Vale do Dão e Alto Vouga ao longo do ano 2016, desenvolveram-se e apoiaram-se outras atividades, merecendo destaque particular:

A formação e desenvolvimento de competências técnicas dos nossos profissionais e dos órgãos sociais eleitos.

Encetamos várias iniciativas de apoio direto e indireto aos nossos associados/clientes agricultores, através da elaboração de projetos agrícolas e candidaturas aos diversos tipos de ajudas ao rendimento.

De salientar que o protocolo de parceria e colaboração assinado com a AJAP (Associação dos Jovens Agricultores de Portugal) em 2015, veio beneficiar os nossos agricultores através da elaboração gratuita das suas candidaturas.

Organizamos algumas sessões de esclarecimento sobre o futuro quadro comunitário de apoio, em parceria com a ADD e Municípios.

Participação em ações de representação junto da nossa comunidade de emigrantes mostrando assim, através da nossa presença, que damos valor aqueles que estão longe.

Neste âmbito temos promovido encontros, nomeadamente nos nossos escritórios de representação em Paris e Genebra, a fim de incitar a parcerias entre clientes, de modo a fomentarem a exportação de produtos portugueses.

Com o intuito de projetar a marca Crédito Agrícola nos eventos mais cotados, apoiámos monetariamente inúmeras atividades culturais, desportivas, e outros eventos locais, promovidas por organismos e coletividades essencialmente da nossa área de ação social e nossos clientes.

Patrocinamos a realização do evento “ queijo serra da estrela à chef” que para além de promover um produto endógeno do concelho e da região, aproveita-se também para promover o Crédito Agrícola.

Patrocinamos diversas viagens de estudo de alguns alunos dos Agrupamentos de Escolas que connosco têm protocolo de parceria, assim como outras iniciativas.

Continuámos a atribuir prémios designados “Prémio Aluno Excelência do CA” aos melhores alunos dos Agrupamentos com quem temos protocolo de parceria a saber:

Agrupamentos de Escolas dos concelhos de Mangualde, de Penalva do Castelo e de Sátão. Agrupamento de Escolas de Mundão – Viseu.

Apesar do ano difícil foi possível através de uma gestão sã e prudente apresentar os resultados líquidos de impostos 551 m€ .

Outros indicadores:

Em termos nacionais, no Sistema Integrado do Credito Agrícola Mútuo (SICAM), que envolve um conjunto de 82 CCAM ;672 agências e 4.054 trabalhadores, a posição da nossa Caixa em 31 dezembro era:

45ª em resultados líquidos

34ª em dimensão, ativos e recursos

53ª em credito

25ª em credito vencido

67ª em rácio de eficiência. 

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