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Dia histórico em Mangualde

Mangualde vai dispor de uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), que representa um investimento de três milhões de euros e cuja primeira pedra foi lançada este domingo, pelo Presidente da Câmara Municipal de Mangualde e pelo Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.


A ETAR Poente de Mangualde irá localizar-se a oeste da povoação de Tabosa, na freguesia de Fornos de Maceira Dão e vai eliminar um problema com mais de 35 anos, as Lagas da Lavandeira.
“As intervenções previstas consistem na construção de um emissário gravítico com cerca de 3,7 quilómetros e uma estação de tratamento de água residual dimensionada para tratar, em ano horizonte de projeto, uma população total equivalente a 12.200 habitantes”.

Atualmente, o efluente residual produzido por grande parte da população de Mangualde é transportado para a ETAR da Lavandeira, situada a norte da cidade, junto à Estrada Nacional 234.

Conhecida como Lagoas da Lavandeira, esta infraestrutura foi dimensionada para uma população de 500 habitantes e entrou em funcionamento no início dos anos 1980.
“A linha processual de tratamento inclui um sistema por lagunagem, numa sequência de lagoas facultativas e lagoas de maturação”, explica, estimando que, atualmente, receba o efluente produzido por cerca de três mil habitantes.


Numa outra bacia, as povoações de Roda, Canedo do Chão, Canedo do Mato e São Cosmado são servidas pela ETAR de Roda, que é constituída por uma fossa sética situada a sudoeste da povoação da Roda, junto à ribeira dos Frades.
Segundo a autarquia, com a construção da nova ETAR, pretende-se desativar as existentes de Lavandeira e Roda.


“Para além do efluente urbano gerado nas povoações de São Cosmado, Canedo do Chão, Canedo do Mato, Roda, Tabosa e parte de Mangualde, a ETAR Poente de Mangualde destina-se, igualmente, a tratar o efluente produzido na Zona Industrial do Salgueiro, bem como o conteúdo de fossas séticas existentes no concelho”, explica.
O projeto prevê “um tratamento biológico por lamas ativadas em regime de arejamento prolongado, com remoção de azoto e fósforo, e contempla a reutilização de parte do efluente tratado em usos compatíveis, nomeadamente na lavagem de equipamentos e arruamentos, bem como na rega dos espaços verdes, como forma de racionalizar o consumo de água”.

Uma das preocupações tidas foi atenuar a presença da nova ETAR na paisagem, estando prevista a plantação de “uma cortina arbórea ao longo de todo o perímetro da estação” que crie uma barreira visual contínua e limite o impacto visual.
A empreitada integra também a reposição de pavimentos no interior de Tabosa e na Roda, o calcetamento da Rua das Mimosas (Tabosa), a pavimentação do caminho municipal 1444 e a construção de uma rotunda na Estrada Nacional 16.

 

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