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Opinião

Com quem devem permanecer os filhos? por Jorge Santos

Nos últimos anos em Portugal, em cada 100 casamentos 30 dão em divórcio. Certamente um número bastante elevado comparado com o de há 30 anos atrás. Mas, como se costuma dizer mudam-se os tempos mudam-se as vontades, e cada um deve estar onde se sente bem. O problema é o transtorno e o constrangimento que isto acarreta quando um casal decide separar-se, ainda mais quando há filhos. Por mais que se tente salvaguardar o bem-estar das crianças, acabam sempre por ser as principais vítimas. É uma situação incontornável, tendo em conta que a” não separação” pode ser ainda pior. Mas quando tal acontece com quem devem…
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Algumas verdades da vida de um seminarista _ por Jorge Santos

Algumas verdades da vida de um seminarista   Muitos amigos e conhecidos, por saberem que estudei num seminário, mostram-me a sua curiosidade em relação à vida dos seminaristas, que infelizmente estão a desaparecer com a diminuição da natalidade, com o despovoamento das dioceses e também com a melhoria da qualidade de vida que hoje em dia proporciona bons estudos a qualquer pessoa, ao contrário de tempos antigo sem que os seminários se encontravam repletos de alunos humildes, sem posses para estudar, contrastando com os dias de hoje que se encontram vazios e ao abandono. Os seminários são instituições conhecidas pela sua história e extremamente desconhecidas pela verdade dos fatos. Pois poucas…
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O regresso dos resineiros _ por Jorge Santos

O regresso dos resineiros Há bem pouco tempo quando viajava, deparei-me com um cenário majestoso de amplos pinhais resinados no horizonte, que me trouxe memórias e saudades que jamais esquecerei dos tempos de criança. Cada pinheiro estava enfeitado com o tradicional púcaro de orelhas. Isto encheu o meu coração de alegria e nostalgia depois do quase desaparecimento desta actividade e desta profissão. Pertenço a uma família de resineiros, que empregava muita gente da zona, principalmente em épocas sazonais, oferecendo o salário em troca do trabalho duro e árduo no meio de pinhais inóspitos e acidentados. Pois lá na terra a…
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A culpa é sempre dos homens _ por Jorge Santos

A culpa é sempre dos homens   Sabemos que nos tempos que correm, o divórcio está cada vez mais em voga. E não querendo desvalorizar ou rebaixar a mulher neste papel, vou expressar em breves parágrafos o que acho sobre a atribuição de culpa no divórcio. Em primeiro lugar, não me conformo com a falta auto raciocínio das pessoas da nossa sociedade, ou neste caso de algumas pessoas da nossa sociedade, quanto a determinados comentários infelizes, menos próprios ou próprios de inferiorização e rebaixamento do homem quando há o términus de uma relação conjugal, principalmente quando é acordado e consentido…
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Arre ...MULHERES ... Por Ana Beja

Cresci no meio de mulheres. Fortes e cheias de personalidade. Com gostos vincados e feitios do arco da velha! Fizeram-me a vida negra! Desde os penteados e ganchos que teimavam colocar na minha cabeça quase careca, aos cortes de pestanas que julgavam enormes, aos animais que surgiam lá em casa, dizendo-me de estimação e depois apareciam num estufado dentro de uma panela, aos monstros que apareciam no meu quarto quando me portava mal, aos vestidos aos godés que me faziam vestir... enfim, uma série de maldades que tiveram repercussões seríssimas na minha infância! Estas mulheres cresceram. E eu com elas! Comecei a perceber o mundo delas…
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O Amor _ por Ana Beja

Ainda me lembro do meu primeiro bilhetede amor. Escrito num papel amarrotado, pautado e rasgado. Foi-me colocado em cima da minha mesa da escola primária e quando o abri (sem saber o que era) e li, corei da cabeça aos pés! Dizia: Queres namorar comigo? Sim ou Não.   Senti-me eufórica e sem saber o que responder. Aliás, nem a quem responder, pois não estava assinado!  Fiquei quieta no meu lugar, guardei-o no bolso e quando tocou para o intervalo, li-a mais de 20 vezes! Mostrei às minhas colegas da escola e comecei a pensar quem teria sido o remetente daquele bilhete, que me…
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Dia em Memória das Vítimas do Holocausto _ por Ana Beja

27 de janeiro - Dia em Memória das Vítimas do Holocausto Comemorou-se na quarta-feira o dia em memória das vitimas do Holocausto. Passaram-se 71 anos. E o horror ainda continua tão presente... Desde que tomei conhecimento sobre o que tinha sido o holocausto que fiquei profundamente indignada. Como é que alguém, julgando-se superior aos outros, comete tal atrocidade contra outras pessoas, só porque não tem a mesma cor da pele, a mesma religião ou credo, a mesma orientação sexual ou a mesma ideologia política? Quem se pode julgar mais do que os outros, ao ponto de achar que tem o direito de tirar a vida…
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E assim se passou mais um ano! por Ana Beja

E assim se passou mais um ano. E com ele tudo o que lhe vem adjacente. Coisas boas e coisas más, alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, mas passado! E bola para a frente, pois para a frente é que é o caminho! Entrámos numa nova etapa! Temos de novo 365 dias (este ano 366). Limpos, frescos e carregadinhos de promessas (muitas vezes iguais às do início do ano passado). É  tempo de arrumar a casa, sacudir os tapetes e limpar as gavetas! É tempo de promessas e desejos arrojados! A energia está ao rubro! “Este ano vou começar o…
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Boas Festas no AB6 (Aeródromo Base) em Nova Freixo

Recordo-me como se fosse hoje, diz-me o meu pai! Estava na AB6 (Aeródromo Base) em Nova Freixo, distrito do Niassa, norte de Moçambique. Corria o ano de 1973 e tinha embarcado de Lisboa, no dia 13 de maio. Perdi a oportunidade de ficar em Lourenço Marques ou na Beira. Sorte tive (ou não) com a rendição de um camarada! E lá fui eu...18 meses. Para Nova Freixo, atual Kuambo. Era uma base de evacuações e também o centro de reabastecimento de aviões e alimentação para todo o distrito do Niassa e Cabo Delgado, onde estava concentrada toda a guerrilha de…
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É Natal

Todos os anos renasce a esperança, há um certo ar alegre na cara das pessoas, deslocamo-nos aos centros comerciais como se o Natal fosse a época das compras ou se esta fosse apenas a época das compras. Basta passar, a partir dos finais de Novembro à porta de um qualquer Centro Comercial para nos apercebermos da enorme movimentação de pessoas, de azáfama das pessoas de loja em loja, dos empurrões, dos sacos, de quanto se dá importância ao ter. Sabemos que a época é propícia, os anúncios publicitários ocupam um espaço importante na comunicação social e nas ruas, as Autarquias…
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"Aquele Natal de 1988"- por Ana Beja

Há uma data que me ficou para sempre na memória. O dia 24 de dezembro de 1988. Tinha 11 anos. Recebi livros, um casaco e um jogo chamado “Mikado”. Foi a prenda que mais gostei. Quem me ofereceu esse jogo foi a minha tia Xana. Competia com um casaco e com aquilo que mais gostava de receber. Livros. Mas curiosamente foi aquela caixinha que me cativou a alma. Talvez me tenha cativado pela sua simplicidade. Pela sua forma descomplicada de jogar e pelo prazer de o partilhar com outras pessoas. Tal e qual como era o Natal nesse tempo. Simples. Sem grandes prendas e faustosos embrulhos.…
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Aparências e "Show Off" - por Ana Beja

Há pessoas que vivem para os outros. Não no sentido solidário de estarem sempre disponíveis e prontos a ajudar, mas no sentido de se mostrarem aos outros. De se exibirem. Na gíria popular, são vulgarmente conhecidos pelos “show off” ou “betinhos” e existem há muito tempo na nossa sociedade. Caracterizados pelas roupas de marca, cabelos impecáveis e a tresandarem a perfume, na sua maioria são cheios de etiquetas, salamaleques, conduzem automóveis imaculadamente limpos e a sua roupa não tem um vinco fora do sítio! Vivem em exibição constante! É para isso que vivem, aliás! Geralmente o nome vem acompanhado por “doutor” e o apelido tem no…
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Música e bem-estar _ por Jorge Santos

Música e bem-estar Atualmente com a agitação da vida, o stress do trabalho e os problemas do quotidiano, o acompanhamento escolar, intelectual e cognitivo dos nossos filhos não é feito da melhor maneira ou pelo menos não é como gostaríamos que fosse, desconhecendo ou não identificando problemas, ou em alguns casos patologias, que afetam o desempenho escolar e o rendimento dos nossos filhos nas suas actividades. Na atividade profissional que desempenho e pela experiência que venho a adquirir ao longo destes anos nesta matéria, não tenho dúvidas de que a música é um fármaco para a saúde e bem-estar não…
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A minha família ! _ por Ana Beja

A minha família é única. Tal como as outras todas! Cada um tem a sua e é com ela que tem de lidar para o resto da vida! Como dizia o meu avô, somos uma grande “cambada”! Muitos, barulhentos e ligados à corrente! Somos todos diferentes e é essa diferença que torna a minha família parecida com o elenco da “gaiola dourada”, embora sem o sotaque francês e o Joaquim de Almeida! Um almoço ou jantar familiar é uma algazarra dos diabos! Homens para um lado e mulheres para o outro, vinho na mesa e grandes repastos! Eles têm a…
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De um sistema obsoleto _ por José Miguel Marques

  Não é a primeira vez que se fala na necessidade de rever o sistema politico, nomeadamente quanto à forma de eleição dos deputados à Assembleia da República, bem como da posse de um governo que tenha resultado de uma eleição legislativa. No entanto, pouco ou nada tem sido feito, nomeadamente quanto à excessiva formalidade e aos prazos alargados para que se constitua um governo e, previamente uma assembleia eleita tome posse. O caso das eleições legislativas deste ano deveria ser a pedra de toque para que os partidos políticos, se não se entendem para mais nada, se entendam quanto…
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Já não há heróis. _por Ana Beja

Já não há heróis. Nem de banda desenhada! No meu tempo ainda existiam os da Marvel, os que salvavam o universo das forças do mal e os da Walt Disney! Atualmente, são poucos os heróis e os que ainda vão resistindo estão esgotados. Não sei se foi da crise, da troika, do FMI mas o que é certo é que os heróis estão a escassear, já não se veem! Onde estão os Homens que acreditavam em causas e lutavam por elas? Onde estão os Homens que mudavam mentalidades, abriam horizontes e lutavam por um mundo melhor? Pois é, são cada…
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Elas estão aí . . . as eleições

As eleições legislativas de 04 de Outubro de 2015 não são o fim das mesmas, mas apenas o início do que pode e deve ser uma nova etapa, quer no estilo de governação quer nas medidas propriamente ditas, que têm de ser tomadas. É tempo de em Portugal governantes e governados rumarem para o mesmo lado, de forma concertada e digna, com espirito de equipa e com sentido de responsabilidade. No Portugal de hoje, e do futuro que se avizinha, é essencial projectarem-se os objectivos com os pés assentes no chão, de forma estruturada, com os critérios bem definidos e devidamente pensados; chega de deixarmos para o…
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O dia em que ouvi uma voz grossa ao fundo do corredor _ por Ana Beja

Estava sentada no sofá da sala, a ver televisão, quando ouço a voz de um homem vinda do fundo do corredor. Primeiro não liguei, entretida com o que estava a ver, mas a certa altura, quando me apercebo do som forte da sua voz, resolvo ir averiguar, pois tinha a certeza de que só estava em casa com o meu filho mais velho. Saio da sala, percorro o corredor e o som é cada vez mais grave e forte. E próximo...Passo pelo quarto da minha filha, vazio e chego ao quarto dele. O som está ali. Vem dali, penso eu.…
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E depois……. dos fogos _ por José Miguel Marques

E depois……. dos fogos Mais uma vez, este ano de 2015, foi um ano negro para as florestas Portuguesas, exigiu um grande sacrifício aos Bombeiros e trouxe enormes prejuízos às populações que se viram, desapossadas dos seus bens. Se, por um lado, se enaltece a bravura dos Bombeiros, a sua capacidade de lutar para salvar o que é dos outros, se conforta a população pelas suas perdas, raramente se sai de uma situação como a deste ano para uma verdadeira discussão sobre um planeamento das florestas e do ordenamento do território. O mais parecido que tivemos foi a alteração que…
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"Disse-me que já tinha vivido tudo..." por Ana Beja

Disse-me que já tinha vivido tudo. E que tinha mais anos para trás do que para a frente. Também pouca diferença lhe fazia. O que teve de ser feito, fez. Agora era passado. Pretérito perfeito. Ou imperfeito, diria eu. Porque isto de se estar no fim da vida não deve ser nada fácil. De olhar vazio na conversa, acrescentou que a vida passa num instante e que a devemos aproveitar todos os dias. Resta-lhe a fé. Companheira de longa viagem e herança deixada pela mãe. A única, também. Já que eram pessoas de parcos recursos, mas honestas! Eram 8 irmãos.…
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