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Elas estão aí . . . as eleições

As eleições legislativas de 04 de Outubro de 2015 não são o fim das mesmas, mas apenas o início do que pode e deve ser uma nova etapa, quer no estilo de governação quer nas medidas propriamente ditas, que têm de ser tomadas.

É tempo de em Portugal governantes e governados rumarem para o mesmo lado, de forma concertada e digna, com espirito de equipa e com sentido de responsabilidade.

No Portugal de hoje, e do futuro que se avizinha, é essencial projectarem-se os objectivos com os pés assentes no chão, de forma estruturada, com os critérios bem definidos e devidamente pensados; chega de deixarmos para o fim o que se pode fazer antes, de deixa derrapar orçamentos e pensar que os contribuintes estão dispostos a pagar sempre que chamados para tal, por causa de acontecimentos estranhos à sua vontade ou até contra esta.

O problema é que não estamos a considerar, com efeitos pós-eleições legislativasa recente crise chinesa, reflexo do abrandamento do crescimento económico daquela potência mundial, e muito menos a crise dos refugiados que a Europa não está a saber resolver.

Estas duas crises claramente terão influência nas economias europeias e, por contágio, também na Portuguesa.    

Acresce que, poucos meses após as legislativas em Portugal, já em 2016, teremos as eleições presidenciais, o que significa que andaremos meses em campanhas eleitorais, com tomadas de posse do novo governo pelo meio e orçamento de estado para 2016.

E os resultados das legislativas poderão ser surpresa, quer por não haver maioria absoluta de nenhum dos principais candidatos,quer por haver dificuldades em organizar um governo em que esses candidatos têm votação que os obriga a negociar para comporem um governo, quer pelas conhecidas palavras do Senhor Presidente da República sobe governo minoritário.

Tudo isto nos deveria preocupar, e em vez de andarmos a discutir processos judiciais, questiúnculas, deveríamos discutir os programas políticos, as contas em que se baseiam, as perspectivas do futuro e quais as escolhas a fazer em concreto.

Mas, como sempre, depois das eleições lá iremos ver o que realmente vai acontecer, o que efectivamente pode ser tarde demais.

Em de vez de arraiais, comes e bebes, melhor seria discutir o futuro e perceber o que querem de nós e o que nós queremos dos políticos.    

 

José Miguel Marques 

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