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Música e bem-estar _ por Jorge Santos

Música e bem-estar

Atualmente com a agitação da vida, o stress do trabalho e os problemas do quotidiano, o acompanhamento escolar, intelectual e cognitivo dos nossos filhos não é feito da melhor maneira ou pelo menos não é como gostaríamos que fosse, desconhecendo ou não identificando problemas, ou em alguns casos patologias, que afetam o desempenho escolar e o rendimento dos nossos filhos nas suas actividades.

Na atividade profissional que desempenho e pela experiência que venho a adquirir ao longo destes anos nesta matéria, não tenho dúvidas de que a música é um fármaco para a saúde e bem-estar não só para as crianças mas também para os adultos.

Já assim diziam Aristóteles e Platão, mas só na 2ªa metade do séc. 20 é que os médicos conseguiram estabelecer uma relação entre a música e a recuperação dos seus pacientes, como se assistiu no final do 2º guerra mundial, em que músicos foram chamados para hospitais como forma de auxiliar o tratamento dos pacientes.

Todos os anos, por recomendação médica, chegam às nossas escolas de música e dança crianças com problemas cognitivos, défice de atenção, hiperatividade, deficiência motora, entre outos, as quais temos de acompanhar sistematicamente avaliando o seu desenvolvimento em conjunto com os profissionais de saúde que as acompanham. Isto para dizer que a música representa muito mais que uma habilidade para tocar um instrumento ou até mesmo cantar ou dançar. Pode ser um instrumento de saúde para as crianças e também para os adultos, desenvolvendo potenciais, atuando na prevenção ou no tratamento de questões como o stress, sendo que a musicoterapia pode ser usada individualmente, em família ou em grupo, colhendo dela uma relação terapêutica para ajudar a pessoa a atender as suas necessidades.

            Segundo pesquisas feitas pela Universidade Estadual de Michigan, onde foi feito o primeiro curso de musicoterapia em 1944, revelam que as ondas sonoras provocam um movimento variado de estímulos no indivíduo, favorecendo o desenvolvimento cognitivo, a atenção, a memória, a agilidade motora, experiência entre linguagem, música e movimento. Por isso a música deve fazer parte da vida ou do quotidiano de cada um, começando logo desde a idade do berço, aproveitando as características terapêuticas que contribuem para o bem-estar geral do organismo e para a saúde.

Sem esquecer que estamos perante um envelhecimento constante da população, é também importante que políticas específicas de saúde sejam implementadas no nosso país, viradas principalmente para a conservação da capacidade funcional dos seniores, uma vez que a música se revela como um meio eficaz, não só na solução de conflitos internos, mas também na expansão de emoções, na evocação de lembranças uma vez que a memória reativada converte a velhice em tempo de recordar, fazendo-os reviver episódios significativos da sua juventude e repensar, com imagens do presente, as experiências do passado.

Já Pitágoras dava à terapia pela música o nome de purificação, pois esta música curativa propunha-se a equilibrar as quatro funções básicas do ser humano:

“Pensar, sentir, perceber e intuir”.

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