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Opinião

"Disse-me que já tinha vivido tudo..." por Ana Beja

Disse-me que já tinha vivido tudo. E que tinha mais anos para trás do que para a frente. Também pouca diferença lhe fazia. O que teve de ser feito, fez. Agora era passado. Pretérito perfeito. Ou imperfeito, diria eu. Porque isto de se estar no fim da vida não deve ser nada fácil. De olhar vazio na conversa, acrescentou que a vida passa num instante e que a devemos aproveitar todos os dias. Resta-lhe a fé. Companheira de longa viagem e herança deixada pela mãe. A única, também. Já que eram pessoas de parcos recursos, mas honestas! Eram 8 irmãos.…
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Ser-se perfeitamente normal é chato _ por Ana Beja

Ser-se perfeitamente normal é chato. É tal e qual como a água. Sem sabor. Mas isto de ser-se normal também é um conceito muito básico! Ao fim ao cabo, ser normal é um verdadeiro aborrecimento, pois é na diferença que está o verdadeiro brilho. A verdadeira essência. Pelo menos é a minha opinião! E vale o que vale! Nos últimos dias, a propósito de um atleta olímpico que decidiu mudar de sexo (aos 65 anos, por não ter conseguido viver mais na mentira) que tenho ouvido palavras como transsexualidade, identidade de género, orientação sexual, homossexualidade, entre outras e tenho constatado…
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Pedras na calçada? Construam pontes! _ por Ana Beja

Tenho assistido com algum pavor às notícias dos últimos tempos. Chego a pensar que tenho de dar razão aos mais velhos quando os ouço dizer que isto é o fim do mundo! Ver o telejornal à hora do jantar é um ato verdadeiramente corajoso e com o qual me tenho confrontado nestes tempos. Já pensei em mudar o canal para o Discovery Channel e assistir à invasão dos gafanhotos no Deserto do Saara. Pelo menos não me irrito tanto e até me acalmo (com o barulho dos bichinhos). Mas o que se passa connosco?? Estaremos a ficar todos doidos?? Que raio…
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Não brinquem com as pensões/reformas _ por José Miguel Marques

Não brinquem com as pensões/reformas A discussão que está na espuma dos dias está relacionada com a sustentabilidade da SegurançaSocial e, em especial, com a capacidade desta em pagar as actuais e as futuras reformas. É um assunto muito importante, que nos interessa a todos e que tem claras implicações na capacidade de vida dos actuais e dos futuros pensionistas. A discussão só chega porque durante anos a fio a única reforma, se lhe podemos chamar assim, que se fez da Segurança Social foi sempre a de cortar subsídios sociais e reformas, aumentar a idade da reforma e nada mais.…
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As pessoas inspiradoras _ por Ana Beja

 As pessoas inspiradoras Sempre me considerei perseverante. Caçadora de sonhos e castelos no ar. Irremediável fantasista, fazedora de coisas e otimista ingénua, acreditando que todos somos bons e justos e que o ser humano é imperfeito, mas que essa imperfeição nos conduz à sabedoria e ao enriquecimento. Acredito no poder das pessoas. Na sua força e capacidade. Na vontade de mudar o mundo e transformar mentalidades. As pessoas inspiram-me. Principalmente aquelas que conseguem revirar o seu destino. Que não se acomodam com o razoável e que mesmo sem verem a luz ao fundo do túnel o atravessam. No escuro e…
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Liberdade de pensamento _ por Jorge Santos

Liberdade de pensamento Nos dias de hoje, é um desafio saber viver com as diferentes opiniões. Digamos que é necessário ser dotado de sabedoria e habilidade para lidar com pessoas que pensam de maneira diferente. Na blogosfera das redes sociais e blogs, onde diariamente presenciamos divergências e desavenças de todo o tipo, desde confrontos mais brandos a ofensas mais ríspidas, ter opinião parece não ser bem aceite por algumas pessoas, isto porque normalmente, em cada posicionamento que possamos tomar a favor ou contra algo, aparece sempre alguém inconformado com a nossa opinião, tentando de todas as maneiras mudar o nosso…
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Memórias _ por Ana Beja

Memórias. Passamos a vida inteira a criar memórias. As memórias são como um livro. Ou um diário. Bem guardado. Uma caixa de pandora arrumada numa gaveta e fechada a 7 chaves. Quem não tem memórias? Quem não relembra com saudade o tempo que já viveu? Ninguém nos apaga a memória. Ela é nossa. É pessoal e intransmissível. E podemos contar ou não as nossas memórias. Elas são capítulos da nossa história. E nesses capítulos, as personagens, os lugares e as situações vão-se alterando. Eu gosto de contar as minhas histórias. Gosto de me lembrar do que já passou e do…
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Das Listas _ por José Miguel Marques

Das Listas Nas últimas semanas o Governo decidiu brindar os Portugueses em geral com a existência e criação de duas listas, que são por demais (e pelos piores motivos) famosas. A primeira lista foi a VIP, relativamente a determinados contribuintes, que dessa forma estariam protegidos de supostos olhares indiscretos. O que criou enorme crispação e indignação foi o facto de o Governo ter dito que nada sabia, quando efectivamente tal nunca poderia ser criado sem o aval de alguém claramente acima do Director Geral das Finanças. A famosa lista VIP, assim designada pelos nomes que, supostamente, estariam incluídos nela, “não…
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Nasci no século passado – qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência (por Ana Beja)

Nasci em 1977. Em junho. Depois do São João. Na véspera, a minha mãe saltava a fogueira e comia sardinha pingada em broa e bebia gasosa para ajudar na digestão. Durante a noite, o meu pai muito aflito, bate à porta do quarto dos meus avós e diz: rebentou a bexiga à Bé! Depois de alguma aventura (ou loucura) de malas, de entrar no carro, de ir para a maternidade, de sair daquela maternidade que a minha avó não gostou e dar entrada noutra, assim que a minha mãe se deitou numa maca, deu um berro e eu nasci!!! À…
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Lamúrias… por Ana Beja

Dói-me a cabeça…dói-me a barriga…dói-me o dedo do pé…lamúrias!!! Quantas lamúrias eu digo… Devia ter vergonha! Se “lamuriar” pagasse imposto, tinha uma dívida vitalícia para pagar no Ministério das Finanças!! Como posso queixar-me de miudezas, quando à minha volta vejo pessoas que conseguem superar a maior das adversidades? Como posso queixar-me deste tipo de dores, se existe tanta gente ao meu lado com feridas enormes na alma? E essas não se curam com ibuprofeno ou paracetamol…essas rasgam, corrompem, laceram, mas há quem as enfrente com a maior das coragens, remetendo-nos a nós (que temos umas meras cefaleias) para o canto…
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Não basta parecer . . . por José Miguel Marques

Não basta parecer……. Tem sido prática habitual dizer-se que se chega ao poder a pulso, vindo de famílias humildes, no sentido de pobre, para que haja uma equiparação ao povo. Uma verdadeira hipocrisia, quando se sabe na maior parte das vezes que isso não corresponde à verdade. Acresce que essa humildade serve de argumento para ser eleito, mas já não serve para se manter humilde o tempo todo de exercício do cargo, e raros não são aqueles que se deixam influenciar pelo gozo e abuso do poder e das suas virtualidades e defeitos. Cria-se, assim, a ilusão de que os…
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Descontextualizar para distrair _ por Marco Machado

Descontextualizar para distrair Recentemente o panorama politico nacional assistiu a um dos mais antigos e baixos truques utilizados em política para tentar descredibilizar e afetar a imagem de um forte e potencial futuro primeiro-ministro, o Dr. António Costa. Esta forma de fazer política mostra bem o desespero em que os atuais partidos do Governo estão, num momento em que as eleições legislativas estão à porta e em que a divulgação de dados económicos sobre o desempenho do país nada abona em seu favor. Foram 3 anos de sacrifícios e austeridade cega para nada! Portanto aquilo que resta fazer é pegar…
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27 de janeiro - Dia em Memória das Vítimas do Holocausto _ por Ana Beja

Comemorou-se na terça-feira o dia em memória das vitimas do Holocausto. Passaram 70 anos. E o horror ainda continua tão presente... Desde que tomei conhecimento sobre o que tinha sido o holocausto que fiquei profundamente indignada. Como é que alguém, julgando-se superior aos outros, comete tal atrocidade contra outras pessoas, só porque não tem a mesma cor da pele, a mesma religião ou credo, a mesma orientação sexual ou a mesma ideologia política? Quem se pode julgar mais do que os outros, ao ponto de achar que tem o direito de tirar a vida a alguém, só porque não pensa…
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A Educação Especial é feita de 2 ingredientes: dar e receber _Por Ana Beja

“A Educação Especial é feita de 2 ingredientes: dar e receber. E é nessa receita simples que reside toda a sua essência! Contudo, nestes 2 ingredientes, a dosagem vai-se alterando! Umas vezes dá-se mais, outras recebe-se mais! No meu caso em particular, apesar dos ingredientes nunca mudarem, a dosagem altera-se. E chego muitas vezes à conclusão de que recebo muito mais do que aquilo que dou! Todos os dias recebo! E recebo imenso… Nesta culinária sem farinha e sem forno, ora cozinho eu, ora cozinham eles. E o que é feito pelas mãos de outra pessoa, sabe sempre tão bem…E não há…
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EXTREMISMO ISLÂMICO À NOSSA PORTA _ por Jorge Santos

EXTREMISMO ISLÂMICO À NOSSA PORTA                 Depois dos acontecimentos que o mundo assistiu a partir Paris com o Jornal Charlie Hebdo, não posso deixar de expressar o meu sentimento de profunda tristeza e dor para com o povo francês, e repúdio pelo cobarde ato perpetuado pelo extremismo islâmico. A partir de agora a ameaça paira no ar para qualquer cidadão ocidental. Em cada passo que damos sentimos o risco. O receio de circular tranquilamente nas ruas é uma realidade, porque a qualquer momento o inimigo aparece para fazer vítimas. Sinceramente, eu não quero viver assim. Quero ser livre na minha…
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Ano Novo _ por José Miguel Marques

  Ano Novo Antes de mais desejo a todos um excelente ano de 2015. Estamos ainda na fase das resoluções do ano novo, que renovamos a cada passagem de 31 de Dezembro para 01 de Janeiro de todos os anos. É um recomeço, uma renovação de esperanças, uma lufada de ar fresco que nos faz ter força para caminhar. O ano de 2015 é um ano eleitoral, mas não só a nível nacional, mas também com eleições na Região Autónoma da Madeira, e é o ano do lançamento das candidaturas presidências. Mas este ano de 2015 é muito mais do…
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PORTUGAL HOJE - por Jorge Santos

PORTUGAL HOJE             Chegados ao fim de uma crise económico-financeira e social, que ditou um período de assistência financeira com a consequente austeridade e, o aproximar de eleições legislativas, permitam-me que teça uns comentários.             Findo o período de assistência financeira, constatamos que hoje nos encontramos melhor que em 2011, ainda que não seja o ideal, longe disso, verificamos que o crescimento económico tem vindo a manifestar melhorias significativas, não só pelos números mas também pela sua sustentabilidade. Num contexto de políticas fiscais restritivas e um ambiente de procura externa desfavorável, como foi o período que vivemos até há bem…
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Dos “Bodes” expiatórios_ por José Miguel Marques

Dos “Bodes” expiatórios Ou de como é fácil em Portugal atribuir sempre a culpa aos outros.             Temos tido notícias nos últimos dias de vários casos em países estrangeiros de figuras públicas condenadas a pena efectiva de prisão.             Por cá, não várias vezes perguntamos: porque fulano ou sicrano não são presos, ou porque as penas a que são condenados não são aplicadas ou, ainda, qual o motivo da prescrição de vários processos?             Não posso dizer que todas estas interrogações têm uma resposta fácil.             Nem sequer se as mesmas correspondem à realidade ou apenas a uma mera percepção…
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A Incompetência Premiada _ por José Miguel Marques

A Incompetência Premiada Volvidos que estão quase dois meses após a entrada em vigor do Novo Mapa Judiciário, a justiça, esse pilar basilar e fundamental de um Estado de direito, que se queria funcional e competente, continua sem dar sinais de um retorno ao seu estado normal. Continuam processos por aparecer, datas e prazos para que o sistema informático esteja operacional que não se cumprem e os cidadãos e os sujeitos judiciais cada vez mais desesperados e afastados da justiça. O prémio para a Ministra da Justiça, a última na hierarquia politica do ministério que gere e, por isso, a…
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As guerras na Síria - por Jorge Santos

As guerras na Síria Sabemos que a síria está mergulhada numa guerra civil profunda que afeta milhões de pessoas. Mais de 100 mil pessoas morreram já, e 2 milhões tiveram de se refugiar em países vizinhos. Não se percebe porque é que este conflito tem evoluído sem a possibilidade de intervenção direta da ONU, o que certamente teria evitado muitos ataques como os de armas químicas que vitimaram milhares de pessoas incluindo crianças. Estando certa a ONU e os países ocidentais de que o uso de armas químicas contra a população civil foi da autoria do regime de Bashar al-Assad,…
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